terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

QUANDO

Quando você procura aliviar o sofrimento dos outros é, de fato, seu próprio sofrimento que está mitigando. Quando seu próximo for aliviado da dor, é você que verdadeiramente sente o alívio. O serviço só pode ser eficiente quando os sentimentos de "eu" e "meu" derem lugar a "Deus" e "de Deus". O egoísmo cresce em força somente quando sua atenção é focalizada no corpo e em suas necessidades. Quando, em vez disso, você dirige sua atenção ao ser interior, que é Deus, você percebe o mesmo Deus presente em todos e um fluxo de reverência o preenche e santifica cada ato seu.- Sathya Sai Baba

When I Was Your Man - Bruno Mars (Official Music Video)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

TUDO TEM UMA RAZÃO: AMOR, IMBATÍVEL AMOR

TUDO TEM UMA RAZÃO: AMOR, IMBATÍVEL AMOR: O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina. É um tesouro que, quanto mais se divide, mais s...

AMOR, IMBATÍVEL AMOR

O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina. É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte. Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia. Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida. Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas. Quando aparente — de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato — se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração. Quando real, estruturado e maduro — que espera, estimula, renova — não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. O prazer legítimo decorre do amor pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante. O amor atravessa diferentes fases: o infantil, que tem caráter possessivo, o juvenil, que se expressa pela insegurança, o maduro, pacificador, que se entrega sem reservas e faz-se plenificador. Há um período em que se expressa como compensação, na fase intermediária entre a insegurança e a plenificação, quando dá e recebe, procurando liberar-se da consciência de culpa. O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fugaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e devem ser vencidos. Somente o amor real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresentem esporádicos. A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança — ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções —, a necessidade de ser amado caracterizam o estágio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado. A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro. Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e de paz. Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado... O amor não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece. O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos. O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado. LIVRO AMOR, IMBATÍVEL AMOR DIVALDO PEREIRA FRANCO

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O AMOR É ETERNO

O AMOR É ETERNO Belíssimo final de novela mostrando que o amor é a arma mais poderosa do mundo e que, pode ficar latente, adormecido e, temporariamente, esquecido pelas mágoas do passado, mas que, definitivamente, se realmente é amor, até se transforma, mas nunca se perde... Porque amor... Amor É Eterno!